quarta-feira, fevereiro 26, 2025
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Agronegócio cresceu 18%. Veja diferenças regionais e as projeções do PIB para 2024 e 2025

Da Redação Avance News

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima a sua projeção de propagação para a economia brasileira neste ano, elevando a estimativa de 1,5% para 1,7%, conforme divulgado na atualização do relatório Perspectiva Econômica Mundial (WEO, na {sigla} em inglês).

Apesar deste ajuste positivo, o FMI prevê uma desaceleração da economia brasileira, em verificação a 2023, ano em que o propagação é estimado em 3,1% – dados ainda não fechados. Para 2025, a expectativa é de que o Resultado Interno Bruto (PIB) do Brasil cresça 1,9%, mantendo-se fixo em relação às previsões anteriores.

Paralelamente, o 4intelligence divulgou seu Relatório Regional sobre o PIB dos estados para o terceiro trimestre de 2023. O relatório destaca a desaceleração do setor agropecuário, influenciada pelo esgotamento dos efeitos positivos da safra de soja no início do ano. Esta desaceleração é apontada uma vez que um fator crucial para a variação do ritmo de propagação entre as regiões do país.

No Sudeste, a expansão de 0,6% superou a média vernáculo, porém o amontoado de 12 meses mostrou um propagação de exclusivamente 2,2%, similar ao observado no Sul. A menor influência da agropecuária neste período foi determinante para essa performance moderada. O setor de serviços, no entanto, registrou um aumento, principalmente impulsionado pelos “outros serviços”.

A região Sul apresentou um propagação de 0,3% no trimestre, com o setor de serviços sendo o principal motor deste desempenho, beneficiado por um mercado de trabalho potente e aumento na demanda por atividades turísticas. O Núcleo-Oeste destacou-se com a maior expansão acumulada em 12 meses, atingindo 5,1%, graças ao desempenho sólido da agropecuária no início do ano.

Contrastando com esses resultados, as regiões Setentrião e Nordeste enfrentaram quedas de 1,9% e 1,8%, respectivamente, no trimestre, atribuídas a diversos fatores, incluindo o desempenho inferior do esperado no setor agropecuário e ajustes econômicos regionais.

Em meio a essas variações, o cenário econômico do Brasil permanece otimista, com projeções de propagação sustentadas pela resiliência do setor agropecuário, consumo robusto e um mercado de trabalho vigoroso. Para 2024, espera-se um propagação de 1,7% do PIB, revérbero de um desempenho mais contido do agronegócio e um progresso moderado dos serviços e da indústria.

AGRO – O PIB do agronegócio no Brasil registrou um propagação de 18,1% no amontoado do ano em verificação com o mesmo período do ano anterior, marcando o maior resultado dos últimos 28 anos. Nascente aumento sumoso impulsionou o propagação do PIB vernáculo em 3,2% na mesma base de verificação.

Dados revelam que caso o setor agropecuário não tivesse apresentado esse significativo propagação em 2023, o Brasil teria registrado um aumento de exclusivamente 1,7% no PIB. Isso destaca que a agropecuária foi responsável por murado de 47,5% da taxa de propagação do PIB no ano. Atualmente, a participação do setor no PIB totalidade representa 8,11%.

A Confederação da Cultura e Pecuária do Brasil (CNA) informou que, apesar da safra recorde de grãos atingindo 322,8 milhões de toneladas na safra 2022/23, a rentabilidade do produtor rústico brasílico foi menor. Segundo a entidade, a margem bruta de lucro da soja apresentou uma queda de 68% em relação à temporada anterior (2021/22), conforme dados do Projeto Campo Porvir.

O milho verão também enfrentou uma redução acentuada, com uma margem bruta de lucro 134% menor, enquanto a rentabilidade do milho de segunda safra caiu 122%.





Fonte: Pensar Agro

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