Veja porquê um {homem} pode se tornar pai solo no Brasil
Recentemente, o humorista Whindersson Nunes compartilhou em sua conta no X, idoso Twitter, o libido de ser pai solo: “Ventre solidária para pai solo é permitido no Brasil? Eu queria que meu(minha) {filho}(a) fosse brasílio(a)”, escreveu. E a resposta para essa pergunta do comediante é sim. {Homem} solteiros podem ser pais por produção independente. Isto é, sem a premência de estar em um relacionamento inabalável com uma parceira.
“A produção independente é mais conhecida quando feita por mulheres, quando elas usam um banco de sêmen para fazer tratamentos de reprodução assistida. Porém, de poucos anos para cá, passou a ser mais frequente a chamada produção independente masculina, mas que requer alguns cenários para ser verosímil”, explica o Dr. Fernando Prado, profissional em Reprodução Humana, Membro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) e diretor galeno da Neo Vita.
Uma vez que é feita a produção independente?
Conforme o Dr. Fernando Prado o processo de produção independente é simples. Segundo ele, os homens usam um tratamento chamado de ventre solidária ou cessão temporária de
útero
, porquê é espargido tecnicamente.
“A pessoa que vai ser a ventre solidária precisa ser parente de até quarto proporção do {homem} que está fazendo a produção independente. Mas, mesmo em casos em que leste {homem} não tenha nenhuma mulher parente que possa ajudá-lo com o tratamento, é verosímil que outras mulheres sem proporção de parentesco também possam ser a sua ventre solidária”, explica.
O Dr. Fernando Prado explica que, quando não há proporção de parentesco, é necessária uma autorização do Recomendação Regional de Medicina, que deve ser solicitada pelo médico que está fazendo tratamento. “Também, para que a produção independente masculina deste {homem} aconteça, ele vai precisar de óvulos de uma doadora anônima. Vale ressaltar que os óvulos têm que ser de uma pessoa anônima, mas o útero deve ser de alguém espargido”, diz.
Fertilização in vitro (FIV)
Para a produção independente, é necessário o
sêmen
do {homem}, os óvulos de uma doadora anônima e o útero de uma pessoa que vai ser a ventre solidária. “Com esses três elementos em conjunto, conseguimos fazer a fertilização in vitro (FIV) do sêmen com os óvulos doados e, posteriormente, é feita transferência dos embriões para o útero da ventre solidária”, diz o médico.
“A FIV consiste na coleta de óvulos e espermatozoides para serem fecundados em laboratório, formando o embrião que, depois manifesto tempo de desenvolvimento, é transferido para o útero, nesse caso, solidário”, acrescenta.
Tratamento pouco espargido no Brasil
Ainda há grande ignorância sobre as possibilidades deste tratamento no Brasil, o que leva muitos homens a procurarem assistência fora do país, o que, além de tornar o processo muito mais custoso, gera inseguranças jurídicas.
O médico enfatiza: “no Brasil, o tratamento por ventre solidária é permitido e regulamentado pelo Recomendação Federalista de Medicina, além do Recomendação Pátrio de Justiça, que define a emissão da diploma de promanação em nome do pai, sem a premência de qualquer ação judicial”.
O Dr. Fernando Prado destaca que leste é um
tratamento
bastante pessoal, em que muitas questões éticas, legais e psicológicas estão envolvidas e que, portanto, tem uma especificidade que deve ser acompanhada com todo zelo e atenção pela clínica responsável pelo tratamento.
“O médico assistente deve estar treinado e habituado a mourejar com esse cenário e, dessa forma, permitir que novas famílias possam ser construídas, com todo afeto e paixão que se espera desse laço tão importante”, finaliza o Dr. Fernando Prado.
Por Maria Claudia
Amoroso